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Como plantar cannabis? Dicas e truques para uma colheita eficaz.

Para que se possa plantar cannabis com a melhor qualidade a nível de propriedades organolépticas e quantidade de produção é importante saber certos truques e dicas, que te levarão a um cultivo de excelência. 

Para isso, elaborámos uma lista de conselhos importantes para todo o ciclo de vida da planta, com os quais conseguirás atingir resultados impressionantes.

Ambiente de cultivo

Escolher o ambiente de cultivo e certificar-nos de que iremos oferecer as condições adequadas às nossas plantas de cannabis, é dos fatores principais que teremos que ter em conta antes de começar o nosso cultivo.

Deve ter bem claro se irá efetuar um cultivo interior ou exterior. Assim que tenha clara a localização do cultivo, poderá prosseguir para as seguintes questões. 

Variedades escolhidas

O ideal é que ajuste o tipo de genética ao ambiente de cultivo escolhido e nunca o contrário.  

Isto é, se está a pensar cultivar num ambiente interior, o mais aconselhado é que escolha uma estirpe de porte médio-baixo, para que as possa manusear bem e que em fase de floração os seus brotos não fiquem demasiado perto dos focos. As variedades autoflorescentes são uma excelente opção, devido à sua baixa estatura e facilidade de cultivo. 

Sementes cannabis

Caso tenha a possibilidade de cultivar no exterior, não terá de ter em conta a questão mencionada anteriormente, a não ser que tenha vizinhos curiosos. Porém, no exterior terá questões distintas pelas quais se deverá precaver.

Em cultivos outdoor deverá ter bem presente o tipo de clima que normalmente oferece a região em questão e se possível, eleger as suas genéticas consoante as características climáticas

Deverá ter em atenção que em cultivos exteriores as suas plantas serão mais susceptíveis a vários tipos de animais, fungos e pragas. Sendo que, aconselhamos a que se precavenha muito bem a nível de preventivos.

Tipos de iluminação para o cultivo de marijuana

É de tremenda importância termos conhecimento das demandas básicas que nos pedem as plantas de marijuana. Como por exemplo, a elevada necessidade de horas de luz de que esta espécie necessita para que se forme adequadamente e desenvolvam tanto uma boa qualidade como quantidade de flores. 

Para um cultivo de interior poderá optar por diversos tipos de iluminação, aqui deixamos alguns dos tipos de lâmpadas mais utilizadas:

  • Lâmpadas CFL: lâmpadas fluorescentes de baixo consumo, utilizadas sobretudo na fase de plântula e na fase de crescimento, pela sua baixa intensidade.
  • Lâmpadas HID: dentro das lâmpadas HID (High Intensity Discharge), encontramos dois tipos diferentes, as lâmpadas HPS e as HM. Por norma estas são utilizadas como lâmpadas complementares, o que será sinónimo de bons resultados. No entanto, podem ser dispendiosas. 
  • Lâmpadas HM: compostas por haletos metálicos, muitos cultivadores costumam utilizar estas lâmpadas para a fase de crescimento, pelo seu espectro azul.
  • Lâmpadas HPS: lâmpadas de alta pressão de sódio, aptas tanto para a fase de crescimento como de floração, no entanto são mais apreciadas para a fase de floração pelo seu espetro vermelho. 
  • Lâmpadas LED: as lâmpadas LED (Light Emitting Diode) são luzes de estado sólido que utilizam diodos emissores de luz. São muito apreciadas pelo seu amplo espectro e pelo seu baixo custo de consumo energético. 
Lâmpada LED
  • Lâmpadas CMH ou LEC: conhecidas tanto por LEC ou CMH (Ceramic Metal Halide) são as mais recentes inovações a nível de luminárias. Equipamentos eficientes, os quais geram menos calor e possuem um amplo espectro lumínico. 

Um dos fatores importantes, que tem que ter em consideração após a escolha e montagem da iluminação, é a distância a que irá colocar o seu sistema de iluminação. Para uma correta e eficaz aplicação, consulte os detalhes proporcionados pelo fabricante. 

Qualidade da água fornecida

Tal como para a saúde e bem estar humano, a água é um fator chave na vida de qualquer ser vivo e as nossas plantas de marijuana não são uma exceção. Muito pelo contrário, para as plantas de cannabis a qualidade da água fornecida durante a sua fase de cultivo irá determinar, em grande percentagem, o resultado final

Posto isto, deverá escolher meticulosamente a fonte de água e, se possível, averiguar qual é o seu pH, tipo de impurezas e quantidade de minerais que contêm.

Fontes de água existentes: 

Água da torneira

Sem dúvida, uma das fontes de água mais utilizadas por muitos utilizadores para regar as suas plantas. O que não quer dizer que seja a fonte mais indicada, muito pelo contrário. 

Dependendo da zona em que vive, a água da torneira costuma conter várias substâncias prejudiciais para as plantas, tal como o cloro, cal e flúor, os quais danificam e matam a micro vida. Deve ter muita atenção aos níveis de pH, sendo que estes costumam ser demasiado altos. 

Água engarrafada

Apesar da água engarrafada ser ideal para o consumo humano, já não podemos dizer o mesmo para o cultivo de marijuana. Sobretudo pelo preço e desperdício de material, seja plástico ou vidro. Fora estes dois fatores, esta água pode oferecer algumas vantagens, como um bom nível de minerais, a limpeza e um pH adequado. 

Água destilada

A água destilada, por passar pelo processo de destilação, possui a vantagem de ser totalmente pura. Não contendo assim qualquer tipo de bactérias, minerais ou outros organismos maléficos para as plantas.

No entanto, é custosa e possui um pH e EC que muitas vezes têm que ser ajustados.

Água do poço ou fonte

O maior obstáculo para a utilização desta água é o facto que nem toda a gente tem um poço ou acesso a uma fonte próxima. Porque para quem tem oportunidade de fazê-lo, esta é uma boa opção, caso não tenhas um cultivo hidropónico.

Água da fonte

Porém, é preciso ter atenção com este tipo de água. Sendo que, muitas vezes pode conter uma grande quantidade de bactérias, parasitas, fungos e vírus, sobretudo provocados pelos excrementos de animais ou mesmo de humanos.

Água de osmose inversa

A água de osmose inversa é obtida a partir do uso de filtros que têm a capacidade de filtrar os microorganismos e minerais prejudiciais. Não alcança um grau de pureza tão eficiente como a destilada, mas consegue eliminar quase a 100% todas as partículas minerais indesejadas, como cloro, cal, flúor como os microorganismos e ainda impurezas que pode conter. 

Caso tenha a possibilidade de instalar um filtro é facilmente acessível, muito pura e ideal para cultivos hidropónicos. Em contrapartida, o custo de instalação dos filtros é elevado.

Nota: quando regar as suas plantas, verifique sempre o nível de pH e EC para uma correta absorção e condutividade de nutrientes.

Para verificar quando necessita de regar as suas plantas, coloque o dedo até à segunda falange, se sair limpo e seco é sinal que está na hora de regar. No caso de sair molhado e sujo de terra, deve esperar mais uns dias. 

Substratos e nutrientes adequados para o cultivo de marijuana

A escolha dos substratos e nutrientes é sempre um desafio e ao mesmo tempo um dos pormenores mais determinantes para todo o decorrer do cultivo. Pois a qualidade de vida da planta irá ser diretamente influenciada pelos nutrientes que vão absorvendo durante o seu ciclo vital. 

Substratos adequados para o cultivo de marijuana

Um dos fatores de maior importância e também fase em que um grande número de cultivadores comete um erro crucial, é exatamente na escolha do substrato.

Todos queremos minimizar os custos dos nossos cultivos o máximo possível, contudo, o investimento num substrato de qualidade é algo que teremos que priorizar caso queiramos obter colheitas abundantes e de qualidade.  

Substrato

Para a escolha de um substrato ideal, devemos garantir algumas características importantes tais como: um bom nível de nutrientes (perlita, húmus, turbas, fibra de coco, etc); textura ligeira e não demasiado compacta; uma boa capacidade de retenção e drenagem de água.

Caso faças um bom investimento num substrato irás depender de menos fertilizantes. Assim, os botões originados terão um sabor mais natural e oferecerão um fumo mais suave e desta maneira, irás afetar menos o meio ambiente. 

Nutrientes para o cultivo de marijuana

As plantas de cannabis necessitam de uma extensa diversidade de nutrientes durante todo o seu ciclo vital. No entanto, existem três nutrientes fundamentais, dos quais não podemos deixar faltar, também conhecidos por NPK, estes são:

  • Nitrogénio (N): este é um elemento químico também presente no solo e na água. O qual possui um papel fundamental para todos os seres vivos. No caso das plantas, apresenta uma importância tremenda para a fotossíntese e produção de clorofila. 
  • Fósforo (P): o fósforo também possui uma função vital, no que toca à fotossíntese e a sua absorção de nutrientes. Daí a sua grande relação com a produção dos brotos e produtividade da planta. 
  • Potássio (K): por potássio entendemos um elemento natural, encontrado sobretudo em solos argilosos. Este ajuda na resistência das plantas contra as doenças e pragas, contribui à síntese de hidratos de carbono, tanto como o tamanho e densidade dos brotos. 

Conclusão: 

A água é, inevitavelmente, um dos bens-essenciais mais importantes. Sabemos que o nosso corpo é composto por uma incrível percentagem de mais de 60% de água. No que toca às plantas, estas chegam a atingir uma percentagem ainda mais elevada. Sendo que, a cannabis pode alcançar os 80% de água na sua composição íntegra. 

Posto isto, reforçamos a que dê prioridade a um rego de qualidade para os seus cultivos, tanto como um excelente substrato. Pelo que, um planeamento prévio de todos estes detalhes necessários, irá deixá-lo mais próximo de um cultivo profissional. 

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Erik Collado Vidal

Con más de 10 años de experiencia en la industria del cannabis, sus experiencias y aprendizaje son la base del éxito de GB The Green Brand.

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